Wiliam vence etapa intensa do PDC

Wiliam e Dênis dividem curva durante corrida no San Marino

Copa G2 Tecnologia de Kart Pé de Chumbo viveu rodada intensa no San Marino, em Paulínia, com duas corridas bastante movimentadas, disputas acirradas e alternância de líderes. A terceira etapa da temporada, que aconteceu na manhã do dia 11 de abril, teve vitória de Wiliam Saura, que cruzou em segundo lugar na primeira bateria e ganhou a segunda. O piloto #28 andou forte e foi pela primeira vez ao topo do pódio em 2026.

Na rodada de abril, Wiliam totalizou 56 pontos, apenas 1 a mais que Denis Barbosa, outro que pilotou em alto nível – venceu a primeira corrida e terminou em quarto na segunda. O top 5 na geral ainda teve Rafael Nascimento e Givago Nunes, cada um com 52 pontos, e Douglas Pitoli, com 49.

CORRIDAS Mais rápidos na tomada de tempo, Wiliam Saura e Denis Barbosa largaram na primeira fila na corrida de abertura da rodada, com Rafael Nascimento e Pedro Vieira logo atrás. O quarteto dominou a bateria no traçado de 960 metros de extensão

Wiliam manteve o primeiro lugar, mas sob pressão de Denis. Na nona volta, Dênis assumiu a liderança. “Dei uma bobeada e quando vi, ele já tinha passado”, disse Wiliam.

Dali para frente, Dênis manteve a posição e recebeu a bandeira quadriculada da vitória, finalizando as 20 voltas em 15m52s859, apenas e tão somente 0s045 de vantagem para Wiliam. “O pessoal estava mais rápido, mas usei um pouco a experiência para não perder a posição”, afirmou Denis.

Nascimento e Pedro chegaram na sequência com registro pouco comum: os dois fizeram a volta mais rápida com a mesma marca de 43s852 e na mesma passagem – a nona. No critério de desempate, Nascimento ficou com o ponto de bonificação por ter terminado à frente de Pedro.

Grid invertido entre os oito primeiros, a segunda corrida, que teve José Ricardo Teixeira (Zé Teixeira) e Douglas Pitoli na primeira fila, foi ainda mais movimentada que a primeira. Ainda na primeira volta, Pitoli assumiu a dianteira.

Na quarta passagem, foi a vez de Givago Nunes virar líder; na quinta, quem apareceu à frente foi Rafael Nascimento; na nona, Givago de novo; e na 14ª, novamente Nascimento.

Na 16ª volta, Wiliam Saura, que saiu na quarta fila e fez uma série de ultrapassagens, superou Nascimento e caminhou à vitória, completando as 20 voltas em 16m02s273 – 3s188 de distância para Givago, segundo colocado. Éderson Rodrigues ficou com o ponto de bonificação pela volta mais rápida: 43s982 na 18ª.

Zé Teixeira alcança primeira vitória

Um dos estreantes da temporada, José Ricardo Teixeira (Zé Teixeira) alcançou sua primeira vitória na categoria Light da Copa G2 Tecnologia de Kart Pé de Chumbo, dia 11, em Paulínia. Tanto na tomada de tempo quanto na duas corridas, o piloto #8 foi o destaque da divisão de acesso do campeonato.

Décimo melhor tempo na geral do classificatório e mais rápido da Light, Zé Teixeira chegou em oitavo na geral e em primeiro na categoria na primeira bateria, com o tempo de 16m02s321 para 20 voltas. Na segunda, cruzou em 10º na geral e em segundo na categoria – superado apenas por Mayckon Mota -, registrando 16m08s975 para o mesmo número de voltas.

Na somatória das duas provas, Zé Teixeira conquistou o primeiro lugar da categoria com 41 pontos. “Bateu na trave na segunda etapa, mas agora, graças a Deus, consegui a vitória”, falou o piloto #8.

Além de Zé Teixeira, o pódio também teve Mayckon Mota, na segunda posição com 37 pontos; Ivan Dantas, na terceira com 35; e os também estreantes João Cordenonssi (Neno), na quarta com 34; e Thiago Loureiro, na quinta com 29.

Givago e Wiliam dividem liderança de 2026

O resultado da terceira etapa da Gopa G2 Tecnologia de Kart Pé de Chumbo, dia 11, no San Marino, em Paulínia, mudou o top 5 da classificação geral. A mudança não foi de nomes, mas sim de posições. Givago Nunes e Wiliam Saura agora dividem a liderança da 21ª temporada, enquanto Denis Barbosa e Douglas Pitoli subiram um pouco na tabela.

A rodada foi ruim para Ederson Rodrigues, que vinha na condição de líder e caiu para o quinto lugar com 131 pontos, pois não conseguiu participar da primeira bateria.

No alinhamento para a largada, como o diretor de provas não deu bandeira verde, Rafael Nascimento freou; Ederson, que vinha logo atrás, para não bater, também freou e rodou, indo para o meio da pista e sendo atingido por Fernando Rodovalho. Com danos na coluna de direção, ele encostou o kart #7 e acompanhou a corrida do lado de fora.

Com isso, quem pulou para a liderança foram Givago e Wiliam, que apareciam na segunda e terceira colocações antes da etapa no San Marino. Os dois somam 160 pontos, com pequena vantagem para Givago no critério de desempate – tem um segundo lugar a mais que Wiliam.

Wiliam foi o campeão da rodada de abril, em Paulínia, enquanto Givago fechou na quarta colocação. A dupla, neste momento, dá indícios de ser a “pedra no sapato” de Ederson na busca pelo tricampeonato.

Denis e Pitoli também ganharam uma posição na classificação geral, saltando para o terceiro e quarto, respectivamente, com 156 e 142 pontos. “Venci a primeira corrida do ano e agora é focar para buscar novos bons resultados para brigar pelo título”, comentou Denis.

Mayckon é novo líder da Light

Assim como na classificação geral, também na Light houve mudança de posições entre os pilotos que no top 5 da Copa G2 Tecnologia de Kart Pé de Chumbo. Vice-campeão da rodada de abril, Mayckon Mota é o novo líder da categoria de acesso. Ele chegou a 101 pontos e superou Marcelo Rahal, que não teve etapa muito favorável e caiu para o terceiro lugar.

Na cola de Mayckon, 10 pontos atrás, está Ivan Dantas, que chegou no San Marino ocupando da terceira posição. Quem também subiu um degrau foi José Ricardo Teixeira (Zé Teixeira), que soma 88 pontos na quarta colocação após a vitória no San Marino.

Renan Farah, que estava em quarto lugar após a etapa de Arujá, em março, saiu do top 5. Em seu lugar entrou João Cordenonssi (Neno), que passou a ocupar a quinta posição com 69 pontos.

O campeão da Light conquista acesso à Pró no ano seguinte e, com a mudança no regulamento, garante participação na divisão de elite do campeonato por pelo menos duas temporadas consecutivas.